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Grupo Cuenda: ao som do berimbau

A trajetória de mestre Pantera, cidadão

Muitas histórias começam por acaso. Com Edimilson Innocêncio Ferreira, 32 anos, não foi diferente. Criado no Aglomerado Santa Lúcia, ele entrou em contato com a capoeira, aos 15 anos, quando recebeu uma bolsa do mestre Zé Paulo. Com o apoio da família, ele percebeu que poderia guiar seu caminho. “Eu vi na capoeira a chance de ser reconhecido pela sociedade e isso é importante para todo mundo”, diz.

Em abril de 2004, fundou o Grupo Cuenda, que em um dos dialetos africanos significa união entre os povos e em outro é sinônimo de chegar a algum lugar, caminhar. Nessa época, já era conhecido como mestre Pantera, nome que é homenagem ao tempo em que a capoeira era praticada ocultamente e os capoeiristas adotavam codinomes para se proteger. Mestre Pantera já trabalhou em academias e, hoje, além do Grupo Cuenda, trabalha no Programa Fica Vivo, no projeto Quick Cidadania e no circo Trampolim. Foi até a Espanha, representando o Cuenda, para divulgar a capoeira. “Gostaria de expandir o grupo, porque a capoeira tem a intenção da liberdade do povo oprimido”, declara.

Contato: Edimilson Innocêncio – 3282-8571 e 9908-9524

Mestre Pantera

Telefone de Contato: 3282-8571 e 9908-9524